Assim, como diriam os “nuestros hermanos”…. “Vá por ustedes” … sem a intervenção do famoso lápis Azul…

"As mulheres gostam que lhes digam palavras de amor. O ponto G está nos ouvidos. Inútil procurá-lo em outro lugar". (Isabel Allende)
I see dark clouds out my window
I know the storm is coming any minute
And the thunder just confirms my fears And
I know the tears are in there
I'll be crying unable to stop
Look here comes the very first drop
'Cause every time it rains
I fall to pieces
So many memories the rain releases
I feel you...
I taste you
I cannot forget Every time it rains... I get wet" (Ace of Base).

Olha, Isabel, tu és uma gaja porreira, notável não só pela tua ascendência, mas também (e sobretudo) pelos livros que escreves, mas, desculpa, quanto à tua vida sexual, estamos conversadas. Na volta, pensas que o "I get wet" dos Ace of Base é só por causa da chuva... Aprende, Isabel, aprende: "Consigo masturbar-me até ao orgasmo num minuto. Com o meu marido leva pelo menos 15 minutos de manipulação experiente. Não sei porquê, mas sempre foi assim comigo."


Mas isto não é tudo, estimados e estimadinhas, e como o que mais quero é contribuir para a melhoria da vossa fraquíssima cultura geral, eu ainda vos digo só isto: O orgasmo feminino é uma coisa da qual as mulheres percebem muito pouco, e os homens menos ainda. Pelo facto de ser uma reacção endócrina, que se dá sem expelir nada, não apresenta nenhuma prova evidente de que aconteceu, ou de que foi simulado. Diante deste mistério, as investigações continuam, pesquisas são feitas, centenas de livros são escritos, tudo para tentar esclarecer este assunto.

A acompanhar este tema, deu no outro dia uma entrevista com uma conhecida sexóloga, na TV, que apresentou uma pesquisa feita nos Estados Unidos, na qual se mediu a descarga eléctrica emitida pela piriquita na hora do orgasmo. Os resultados mostram que, na hora H, a ''pachacha'' dispara uma carga de 250 000 microvolts.

